8 de nov de 2013

Fórum VAGAS na HSM ExpoManagement: gestão, inovação e até amor

“Apreciem a vida.”

Foi com esse recado da Monja Coen que foi encerrada a última palestra do Fórum VAGAS durante o HSM ExpoManagement 2013, o maior evento de gestão da América Latina. Mas não foram só as suas palavras que encantaram milhares de presentes da feira nos três dias em que a VAGAS apresentou seu conteúdo: foram 12 palestrantes — entre eles, Philip Kotler — que abordaram temas importantíssimos e que representam os valores e a cultura da VAGAS.

Gary Hamel, um dos mais respeitados especialistas sobre gestão, teve um encontro com a equipe VAGAS e convidados durante o evento, onde conheceu mais sobre a performance da empresa, seu modelo de gestão, sua cultura e valores. Mario Kaphan, CEO da VAGAS, destaca a representatividade de Hamel:

“Trata-se de uma personalidade do mundo corporativo muito importante para nós. Foi em sua palestra no ano passado que reafirmamos nossa direção em um modelo de gestão radicalmente horizontal.”

Hamel e a equipe VAGAS
A troca de experiências também rendeu à VAGAS um convite para participar de uma plataforma de inovação que se reúne anualmente em Nova York, organizada por Hamel. O especialista também citou a VAGAS em sua palestra no auditório principal do evento, como um case de sucesso na gestão do poder.

Philip Kotler, “pai do marketing”, considerado atualmente a personalidade mais influente do mundo dos negócios — cuja palestra foi a mais concorrida do Fórum VAGAS –, também citou a empresa durante sua palestra no auditório principal do HSM ExpoManagement como exemplo de inovação, pela descentralização, pela preocupação permanente com estratégia e a vivência real de seus valores entre todos os colaboradores.

Mas a VAGAS também se destacou pela importância dos temas abordados, que refletem seus valores, sua visão de mundo e pela contribuição na construção de um mundo melhor. Chinaider Pinheiro, do AfroReggae, falou sobre a empregabilidade de egressos do sistema prisional; Didier Marlier mostrou na prática por que é preciso “estrategizar” sua empresa e por que a horizontalidade é imprescindível para inovação.

estande VAGAS na HSM
“Gostaríamos de agradecer publicamente à generosidade de todos os nossos palestrantes, que expressaram pela sua diversidade, pelas suas trajetórias, os valores que nós da VAGAS implementamos diariamente, na relação com nossos colaboradores, clientes, parceiros e ações sociais”, disse Kaphan.

Recebemos Carolina Ignara, da Talento Incluir, para compreender a inclusão de portadores de deficiência; Gil Giardelli, que sensibilizou a todos sobre a tecnologia a serviço de um mundo mais humano; Wesley Barbosa, um alagoano que conquistou a China com a sua competência e perseverança. A cobertura de todas as palestras você pode conferir no Fórum VAGAS. Queremos compartilhar essa experiência com vocês! E apreciem a vida.

30 de out de 2013

VAGAS reúne grandes nomes em seu espaço no HSM ExpoManagement 2013

A VAGAS reunirá, de 4 a 6 de novembro, grandes nomes do mundo corporativo no espaço Fórum VAGAS. O evento acontecerá durante a Mostra de Conteúdos e Soluções, junto ao HSM ExpoManagement 2013 – uma das ocasiões em que as principais referências do mundo dos negócios se encontram para discutir sobre management.

“Para um momento tão especial, onde a gestão é tematizada em um cenário de rápidas transformações econômicas e comportamentais, a VAGAS selecionou palestrantes que dialogam com a sua cultura e seus valores, inovação, ética, respeito à diferença e responsabilidade social”, comenta Mário Kaphan, fundador da VAGAS, sobre a programação do evento.

O primeiro dia contará com Chinaider Pinheiro para falar sobre empregabilidade para ex-detentos, Saulo Bonassi mostrará os aprendizados que podemos ter com as escolas mais inovadoras do mundo, logo após será a hora de um bate-papo com Mário Kaphan sobre o desafio e benefícios de uma empresa sem chefes. E para fechar o dia 4, os participantes ouvirão as reflexões de Didier Marlier sobre como sobreviver na economia de ruptura.

No dia 5, o espaço Fórum VAGAS receberá Marta de Campos Maia para apresentar o cenário e tendências da educação corporativa a distância. José Claudio Terra mostrará os conceitos e práticas da gestão do conhecimento, já Wesley Barbosa falará de neuromarketing, um sistema comprovado de criatividade. E por último, Clóvis de Barros abordará o assunto Governança Corporativa.

Carolina Ignara começará o dia 6 com a discussão sobre inclusão de profissionais com deficiência no mercado, em seguida é a vez de Philip Kotler, uma das principais referências em administração e marketing da história, subir ao palco. O dia segue com Gil Giardelli e o tema inovação e empregabilidade. Para encerrar o encontro, a Monja Coen mostrará como fazer da sua empresa a melhor de todas.

Durante os três dias de evento, quem quiser poderá acompanhar a cobertura das palestras pelo site oficial ou ainda pela página no Facebook. A programação completa e mais informações também estão disponíveis no site.

palestrantes da edição Fórum VAGAS - HSM ExpoManagement 2013



28 de out de 2013

Rotatividade de funcionários é maior no Brasil

O Brasil é o campeão mundial em rotatividade de funcionários. No País, o turnover de colaboradores aumentou em 82% desde 2010, mais que o dobro da média mundial, que foi de 38%. A contatação foi feita pela consultoria Robert Half, que sondou 1 775 diretores de RH de 13 nacionalidades, sendo 100 brasileiros.

Segundo análise de Mário Custódio, gerente da divisão de RH da Robert Half, os números traduzem a disputa por profissionais qualificados no Brasil. “Apesar de a economia não estar tão aquecida quanto o esperado, as empresas não pararam de contratar, principalmente se nos referirmos à mão de obra especializada”, afirma o executivo.

Os principais motivos citados para esse troca troca de gente foram quesitos como baixa remuneração e falta de reconhecimento, desmotivação e preocupação com o futuro da companhia. De acordo com a pesquisa, a maioria dos diretores de RH conhece as dificuldades da empresa em reter esses profissionais, já que 59% dos entrevistados entendem que a saída dos executivos é justificada.

Fonte: Você RH

22 de out de 2013

Conheça as dez empresas que melhor se relacionaram com seus candidatos em setembro


Falta de feedback por parte das empresas é a principal queixa observada pela VAGAS em pesquisas e fóruns com candidatos. Criado em 2010, o prêmio VAGAS 10+ tem o objetivo de incentivar e reconhecer as companhias que melhor se relacionam durante um processo seletivo.


Essas são as vencedoras de setembro, parabéns a todas!




Quer saber mais sobre o prêmio? Acesse http://10mais.vagas.com.br.

*O VAGAS e-partner possui diversas funcionalidades que podem ajudar você no processo de feedback, entre em contato com seu Gerente de Relacionamento e saiba mais.

17 de out de 2013

Estimular o que é de casa


Por Jorge Matos, Presidente da ETALENT

Muitas empresas, atualmente, têm como prática o estímulo ao desenvolvimento de talentos internos. E acredito que, nesse processo, as vantagens para a companhia e para o profissional são diversas. Em uma sociedade em que os acessos a tecnologias, equipamentos, sistemas e processos ficaram praticamente comuns a todas as organizações, o grande diferencial passou a ser os recursos humanos. Fatores como cultura empresarial, conhecimentos e habilidades desenvolvidas especificamente para uma empresa são valores intangíveis, que podem sustentar diferenciais competitivos da companhia.

Jorge Matos
Em algumas organizações, há funcionários que dedicam grande parte do seu tempo ao gerenciamento da cultura, dos valores e, principalmente, do conhecimento. Diante disso, é prejuízo para a instituição e para o profissional deixar de tentar crescer dentro do ambiente em que trabalha, a não ser que, por algum motivo, o trabalho em questão não esteja sendo satisfatório para uma das partes.

Algumas empresas investem milhões de reais na capacitação e adequação dos seus profissionais, muitas vezes mais até do que é pago em salários, por períodos extremamente longos. Perder um profissional assim custa muito caro, principalmente se forem considerados os custos invisíveis – o tempo dedicado pelo gestor em sua formação, a baixa produtividade do profissional no início da carreira na companhia, entre outros. Muitas vezes, esses custos invisíveis são maiores do que aqueles apontados nas planilhas.

Para que os processos de realocação de profissionais dentro da própria empresa sejam positivos e bem sucedidos, algumas recomendações se fazem necessárias. A primeira delas está relacionada com o desenho claro das trilhas de carreira. Em muitos casos são cometidos erros grosseiros nessa etapa, o que gera resultados negativos, já que o profissional acaba sendo levado para um caminho que não é o melhor para ele. 

Outra orientação é a realização de processos que revelem exatamente quem são as pessoas e quais são seus potenciais, informações fundamentais para orientar e auxiliar o profissional no crescimento de sua carreira. A terceira recomendação é o desenvolvimento de programas de treinamento constantes nas empresas. Dessa forma, na medida em que surjam as vagas, existirão funcionários preparados e seguros para assumir novos desafios. Vale lembrar também da importância de sempre valorizar profissionais que busquem crescimento e tenham potencial: isso vai evitar decepções e perdas futuras.

Por fim, acredito que empresas que desejam criar ou desenvolver uma boa política de realocação interna precisam alinhar todo esse processo com o time de Recursos Humanos. É essencial que o modelo de recrutamento interno seja bem definido e divulgado internamente, o que estimulará os profissionais a buscar crescimento e a aprimorar suas atividades na companhia.

14 de out de 2013

Está chegando a edição Fórum VAGAS HSM ExpoManagement!


De 4 a 6 de novembro – 2ª edição Fórum VAGAS: edição especial HSM

Uma programação pensada para você acompanhar as tendências em Gestão de Pessoas, Inovação em Recursos Humanos, Marketing e mais.

Faça agora mesmo sua inscrição na Mostra de Conteúdo e Soluções e garanta sua credencial.
Os convites* para palestras no auditório Fórum VAGAS devem ser retirados no dia do evento, no estande da VAGAS, uma hora antes de cada palestra.

Conheça a programação completa.

*vagas limitadas




10 de out de 2013

Introvertidos: o mundo voltou a olhar para esse perfil


Por Lívia Freitas


Bons líderes, observadores e criativos. Mesmo com essas qualidades, durante muito tempo ser introvertido foi visto como defeito e as pessoas com essa personalidade se viam pressionadas a mudar seu jeito (ou pelo menos tentar) para se enquadrar no padrão que a sociedade esperava.

Ser extrovertido virou sinônimo de sucesso – pessoal e profissional. Mas para a sorte dos quietinhos, o mundo voltou a olhar para esse perfil, valorizando suas habilidades.

Força silenciosa

Rosa Parks 
Uma costureira de 42 anos mudou o destino das leis racistas em primeiro de dezembro de 1955, no estado do Alabama, Estados Unidos. Cansada do preconceito vivido pelos negros na época, ela se recusou em ceder seu lugar para um branco no ônibus e foi presa.

Sua coragem marcou o início de uma transformação social. Ela se tornou um dos principais nomes do movimento pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Ao ler a história de Rosa Parks, é comum associarmos um ato de tamanho perigo a uma pessoa imponente, com personalidade ousada.

Mas quando morreu, em 2005, os obituários a descreviam como uma senhora de fala mansa, doce, tímida e reservada. Sua autobiografia recebeu o nome de Quiet Strenght (“Força Silenciosa”, em português) e ela entrou na lista dos introvertidos mais conhecidos do mundo.

Além de Rosa, importantes nomes que marcaram a história também eram pessoas reservadas. Sem eles não teríamos, por exemplo, a teoria da gravidade de Isaac Newton, a teoria da relatividade de Albert Einstein ou então as composições românticas de Frédéric Chopin.

A volta por cima

Quem prefere ler um livro a uma festa agitada certamente já ouviu, em algum momento da sua vida, algo como “saia da toca” ou “você é antissocial” e ainda “você precisa se soltar mais”.

Mas afinal, por que acreditamos durante tanto tempo que ser extrovertido é melhor? Susan Cain, autora do livro O Poder dos Quietos, explica que tudo começou no século XX, quando as pessoas mudaram do campo rumo às cidades.

Os comerciantes deixaram de vender apenas para pessoas que conheciam desde a infância, em um mundo cada vez mais anônimo nos negócios e na vida social. “Os vendedores que pudessem vender não apenas a última engenhoca da empresa, mas também a si mesmos”, tinham vantagem por falar com segurança, possuir o dom da palavra e serem encantadores.

Se olharmos para nosso país e seus famosos eventos sociais (como o Carnaval), temos mais um ponto a favor dos extrovertidos. O que explica a preferência cultural por esse perfil, tornando-os sinônimos de pessoas divertidas, alegres e bem-sucedidas.

Mas para a sorte dos introvertidos, o mundo (inclusive o mundo das empresas) está percebendo como cada perfil tem suas qualidades e como essa diversidade é produtiva. Susan diz em seu livro:

“Sem os dois estilos de personalidade, assim como sem outros pares complementares — masculinidade e feminilidade, Ocidente e Oriente, liberais e conservadores —, a humanidade seria irreconhecível e imensamente diminuída.”

Então, com a desmistificação de que ser introvertido não é pior ou melhor do que ser extrovertido e que não há nada de errado com esse perfil, chegou a hora dos quietinhos mostrarem seus poderes e como suas características podem ser benéficas para diferentes negócios.

Maria Clara Whitaker, head de RH da Grundfos Brasil, fundadora do site Vitamina.net.br e uma introvertida declarada, comenta:

“Introvertidos são observadores, sabem escutar, absorvem o mundo para depois agir sobre ele e são cautelosos. Normalmente, quando falam em uma reunião, as pessoas param para escutar o que tem a dizer.”

Qualidades que podem ser importantes para certas áreas. “O vendedor que sabe ouvir o que seu cliente tem a dizer vai conseguir entender o real problema e buscar uma solução sem dúvidas com maior facilidade”, complementa Clara.

Um estudo feito por pesquisadores de Harvard mostrou ainda que introvertidos são bons líderes (ao contrário do que pensavam). O motivo é que a personalidade mais calma e menos falante abre espaço para que os funcionários se sintam à vontade para expor suas ideias.

Além disso, os quietinhos marcam ponto no quesito alta criatividade, já que, mergulhados em seu mundo interior, se empenham na busca por soluções. São observadores perspicazes que conseguem mais facilmente detectar onde está o problema e de quebra são bons ouvintes.

Para as empresas aproveitarem ao máximo as qualidades dos introvertidos, Maria Clara recomenda:

“É importante entender que os dois perfis funcionam de forma diferente. Sendo assim, a dica é parar de querer fazer todo trabalho em grupo e oferecer apenas espaços abertos, obrigando o contato constante – introvertidos precisam de concentração e silêncio para seu processo criativo e produtividade.”

Vale lembrar que nem sempre um introvertido é tímido, já que a timidez pode chegar a ser uma fobia social, o medo da reprovação dos outros, evitando assim o contato com pessoas. E ainda, não existe um introvertido ou extrovertido puro: você provavelmente se identifica com características de ambas as dimensões, mas perceberá que há a prevalência de uma sobre a outra.

Como citado nos parágrafos acima, o importante é que as duas personalidades devem ser complementares. Enriquecendo a sociedade e oferecendo o que cada um tem de melhor.


2 de out de 2013

PCDs ocupam 0,7% do total de empregos no Brasil


Por Lucia Helena Corrêa e Fabíola Lago

A contratação de PCDs é hoje um dos principais desafios dos profissionais de RH. E eles são muitos: o último censo demográfico do IBGE, de 2010, revelou que 23,9% da população possui algum tipo de deficiência. São mais de 45 milhões de brasileiros, dos quais 27 milhões estão em idade para atuar no mercado formal de trabalho, com direitos trabalhistas e previdenciários.

Há 22 anos, existe a lei de cotas (Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991), que reserva 2% a 5% das vagas em empresas a portadores de deficiência. Desde então, órgãos fiscalizadores recebem queixas de empresas que atuam à margem da legislação. O procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo, conta que o Ministério Público do Trabalho (MPT) não para de receber denúncias contra empresas que descumprem a lei de cotas.


A questão é tratada, na maioria das vezes, como “política de diversidade”, ou mesmo uma precaução legal para atender as cotas previstas na legislação. Contudo, ela vai além: incluir uma pessoa com deficiência dentro do quadro de colaboradores exige acessibilidade (softwares adaptados, logística para cadeirantes, trilha para cegos, entre outros cuidados) e, acima de tudo, uma sensibilização real para todos os colaboradores em lidar com o novo colega de trabalho e suas necessidades especiais.

Um dos maiores ativistas nessa área é o economista e amante dos esportes Vinicius Gaspar Garcia. Pesquisador dedicado, ele reconhece que, no Brasil, a trajetória das pessoas com deficiência, assim como ocorreu em outras culturas e países, foi marcada pela fase inicial de eliminação e exclusão.

“O resultado é, ainda hoje, muito preconceito e perpetuação de políticas assistencialistas que só fazem reforçar a injustiça.”

Recentemente a VAGAS realizou diversos cafés da manhã para ouvir profissionais de recrutamento. A contratação de PCDs foi um dos itens mais discutidos. Em consenso: o governo jogou uma responsabilidade que é de todos apenas para as empresas. Existe pouco investimento na qualificação profissional de PCDs, assim como transporte público adequado e apoio para estimular as empresas a contratarem.

De acordo com a última RAIS (Relação Anual de Informações Social), de 2011, 325,3 mil vínculos foram declarados como de pessoas com deficiência. Isso representa 0,7% do total dos vínculos empregatícios — 46,3 milhões. Os rendimentos médios das pessoas com deficiência foram de R$ 1.891,16.

As vagas reservadas pela lei, há três anos, eram 937 mil. Isso significa que, de cada três vagas reservadas para pessoas portadoras de deficiência, apenas uma estava ocupada.

Qualificação: a saída

O procurador-geral Camargo de Melo afirma que o MPT investiga denúncias de descumprimento da lei, mas geralmente, quando se instaura o inquérito, a argumentação dos réus é a falta de pessoas qualificadas para assumir os postos de trabalho. Ele aponta:

“A saída é contra-atacar, é desenvolver programas de capacitação para portadores de deficiência.”

Isso já tem sido feito por algumas instituições, conforme lembra o consultor da Unidade de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alberto Borges:

“Já existem bons exemplos, como o do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), que vem implantando projetos de inclusão e qualificando profissionais para a indústria.”

De fato, a qualificação é fundamental. De acordo com a RAIS 2011, do total de deficientes no mercado de trabalho, 58,4% têm escolaridade igual ou superior ao ensino médio completo.


Matéria publicada no VAGAS Profissões, conheça o portal de carreira da VAGAS para candidatos. Acesse: http://vagas.com.br/profissoes

27 de set de 2013

Conheça as dez empresas que melhor se relacionaram com seus candidatos em agosto

Falta de feedback por parte das empresas. Essa é a principal queixa observada pelo site VAGAS.com.br em pesquisas e fóruns com profissionais. Por isso, em 2010 a  VAGAS  criou o VAGAS 10+ Qualidade de Relacionamento com Candidatos. O objetivo do prêmio é municiar as empresas com dados relevantes sobre a percepção dos candidatos em relação aos seus processos seletivos.

O levantamento é feito por meio de uma avaliação em que os próprios candidatos preenchem no site. A avaliação é individual, sigilosa e aborda dois aspectos: a qualidade do anúncio da vaga (clareza na descrição do cargo e dos requisitos) e a qualidade do atendimento da empresa (informações sobre o andamento do processo).


Abaixo estão as 10+ empresas de agosto 2013.



A divulgação dos vencedores é feita no site oficial do prêmio HTTP://10mais.vagas.com.br e em todos os canais de relacionamento com candidatos e empresas da VAGAS. Mais informações sobre o prêmio estão disponíveis também no site.

25 de set de 2013

Feedback: “o problema não é com você…”


Por Fátima Motta

Lembram desse anúncio da TV?

Cena 1

Época atual, casal anda na rua, carros velozes modernos passando e ele fala para ela:

– O problema não é com você… É comigo!

Cena 2

Início do século 20, o casal anda na rua, carroças passando e ele fala para ela:

– O problema não é com a senhorita… É comigo!

Cena 3

Época medieval, o casal anda pela rua de um vilarejo, cavalos e cavaleiros em armaduras e ele fala para ela:

– O problema não é com milady… É comigo!

Cena 4

E, no início de tudo, em uma área campestre, um casal, folha de parreira cobrindo as partes íntimas e ele fala para ela:

- Habeaya hi lo itach hi iti (que, em hebraico, significa “O problema não é com você… É comigo!”).

Pois então! Desde sempre a mesma história, usada aqui para vender carros e para mostrar que poucas coisas mudam. A gente tem muita dificuldade de falar a verdade na hora em que precisa dar um feedback. E não é só um feedback formal, no trabalho. É no dia a dia também.

Dedicar-se a falar ao outro, com sinceridade, quais são os pontos negativos e dificuldades é tão complicado que criamos eufemismos como “pontos a desenvolver” ou “oportunidades de crescimento”. Ficamos dando voltas, tentando contornar a situação, em vez de irmos direto ao ponto para abordar o que realmente importa: ajudar o outro a buscar melhorias e alcançar os seus objetivos.


Vou contar uma pequeníssima história. Um gestor de uma grande corporação tinha que demitir um executivo, dono de uma posição relevante. Nervoso, constrangido e mal preparado para este fim, decidiu apontar todos os pontos positivos conquistados pelo executivo. Exaltou-o tanto que o executivo, ao deixar a sua sala, saiu muito satisfeito porque achou que estava era sendo promovido:

– Acho que você não teria qualquer dificuldade em assumir uma posição gabaritada em outra empresa!

E ficou por isso mesmo. Ele só se esqueceu de dizer que aquilo era uma situação de demissão.

Por que será? Será que achamos que as pessoas são fracas o suficiente para não suportar a verdade? Ou que são pouco inteligentes para perceber que não estamos falando os reais motivos? Ou ainda, que nós mesmos não sabemos lidar com a difícil missão de encarar os olhos dos nossos subordinados e dizer o que precisa ser dito, baseados em fatos e evidências, de que sua performance não está ok?

Pois é… Dá trabalho, né? Exige tempo, cuidado e dedicação. Por isso nem todo mundo se dispõe a gastar seu tempo para fazer bem feito. Prefere repetir uma frase gasta, fácil e rápida.

O problema, no fundo, não é com o outro… É com você! Feedback honesto exige interesse genuíno pelo outro.

16 de set de 2013

A crise do RH

Profissionais de RH devem estar, pela própria natureza do ofício, entre os profissionais que mais se identificam com a filosofia da empresa. Por isso, identificar uma crise de confiança no RH – como fez uma pesquisa divulgada hoje pela consultoria de gestão Hay Group – é um sinal preocupante para o clima dos negócios no país.

A pesquisa, conduzida em 390 empresas, com respostas de 508 profissionais da área, detectou que só 60% dos profissionais de RH têm confiança na alta direção, e uma parcela parecida (58%) acredita nas metas e no direcionamento da empresa. No que toca mais diretamente sua área, menos da metade acredita que a empresa tem comunicação clara e transparente.

“A falta de clareza e direcionamento e a perda de confiança nos líderes impactam diretamente no comprometimento dos profissionais, que é ligeiramente menor que os índices observados no mercado em geral”, diz o consultor Elton Moraes, um dos responsáveis pela pesquisa.

Pode ser. Mas também faz sentido dizer que os profissionais de RH, na maioria das empresas, são considerados um apêndice da organização, longe das decisões estratégicas. Nesse caso, um nível de desconfiança maior que a média é simplesmente um sinal de boa capacidade de discernimento. O ideal de uma área de RH é influir nos rumos da empresa. Ao perceber que o discurso é distante da prática, a desilusão é maior.

Nem mesmo as limitadas práticas de orientação e treinamento são conduzidas com eficiência, na percepção dos profissionais. Segundo a pesquisa, 58% dos profissionais não estão satisfeitos com a orientação que recebem dos chefes para desenvolvimento de carreira e 59% dizem não receber feedback regular.

Como explicar, então, os 84% de profissionais que dizem entender como seu papel contribui para os objetivos da empresa, segundo a pesquisa? Por um lado, essa taxa pode significar orgulho de um trabalho bem feito. Mas pode denotar, também, o quão tímido é o papel atribuído ao RH nas empresas. A área tem uma altíssima taxa de profissionais que carecem de formação – e interesse – para compreender o núcleo dos negócios (ou core business, em bom português empresarial). Acaba condenada, em boa parte das vezes, a servir como adjacente à tomada de decisões. Isso numa economia do conhecimento, em que a gestão de pessoas deveria estar no centro da estratégia.

Essa falta de ambição ajuda a explicar outro dado curioso da pesquisa. Mais da metade dos profissionais considera que seu salário está adequado ao trabalho realizado, uma taxa 19 pontos percentuais acima da média do mercado. Parte da explicação, como diz o consultor Elton Moraes, vem do fato de que “esses profissionais têm mais conhecimento sobre as políticas de remuneração e benefícios”. Mas é da natureza humana um profissional achar que faz mais e merece mais. Há um nível de baixa autoestima, na categoria, que não faz bem aos profissionais da área – e nem às empresas.

Matéria divulgada dia 22/08 no site Época Negócios.

9 de set de 2013

Qual é o perfil do profissional brasileiro?

Qual é o perfil dos talentos tão procurados na hora de contratar? Será que eles realmente existem no mercado brasileiro? Jorge Matos, presidente da ETALENT, apresentou no evento Fórum VAGAS desse ano, o resultado de uma pesquisa realizada em todo o Brasil, de 2007 até 2012, para traçar os principais pontos dos talentos brasileiros.

Matos afirmou que nos tempos atuais precisamos levar cada vez mais em consideração o perfil comportamental do candidato que vamos contratar, isso será importante para ter um colaborador motivado e feliz com seu trabalho.

A pesquisa apontou que o grande profissional em abundância no mercado brasileiro são os influentes, representando mais de 46% da população. Enquanto o perfil dominante representa apenas 9%, sendo que os homens são a maioria, com mais de 63% .

A pesquisou mostrou ainda que o talento visionário e empreendedor é muito escasso no país, mesmo com todos os incentivos. Matos ainda gerou a discussão que, segundo dados da pesquisa, o brasileiro não é inovador e criativo como acreditamos, pois a quantidade de pessoas com tais característica está abaixo de 1,40%.

Outros pontos interessantes citados pelo palestrante foi afirmar que a porcentagem de dominantes estão na geração baby boomers. E que as principais características de cada perfil comportamental é praticamente igual em todas as regiões do Brasil.

29 de ago de 2013

Estudo aponta quais são as empresas dos sonhos dos jovens em 2013; Petrobras é a vencedora


Desenvolvimento profissional e boa imagem no mercado. Esses foram os dois principais pontos destacados pelos jovens na hora de escolher qual a empresa mais admirada. O estudo “Empresa dos sonhos dos jovens 2013” já está em sua 12º edição no Brasil e é realizado pela Cia de Talentos.



Em 12 anos, foi a primeira vez que a chance de inovar também apareceu entre os requisitos dos jovens na hora de se decidir por uma companhia. Foram ouvidos 52 mil universitários e recém-formados entre 17 e 26 anos dos seguintes países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.

A Petrobras foi novamente a vencedora em 2013. A empresa é a que mais ganhou o título, aparecendo em primeiro lugar 7 vezes no ranking. As outras nove companhias ganhadoras, pela ordem, foram: Google, Itaú, Vale, Santander, Nestle, Odebrecht, Ambev, PWC e Unilever. 

O estudo apontou ainda que para saber quais são os diferenciais oferecidos pelas empresas escolhidas, 23% dos participantes disseram conhecer alguém que trabalha ou trabalhou na empresa e ainda 10% destacaram as redes sociais e site da companhia como fontes de informação. 

Desde 2008, o estudo conta com o apoio da VAGAS na aplicação da pesquisa e captação de respostas juntos aos jovens do VAGAS.com.br.

Para acessar o resultado completo do estudo “Empresa dos sonhos dos jovens 2013” acesse o vídeo http://youtu.be/I9OBCEFpG7U ou o site http://www.ciadetalentos.com.br/esj.

23 de ago de 2013

CONARH 2013: "O gigante acordou, mas às vezes tira umas sonecas" diz FHC



O ex-presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, participou no dia 19 do CONARH, um dos maiores eventos de Recursos Humanos da América Latina que reúne grandes nomes para discutir sobre os principais assuntos e tendências da área. Em sua palestra “Brasil – O Gigante Acordou?”, o sociólogo e professor universitário falou das últimas mobilizações sociais no país e o futuro das estruturas organizacionais.

O motivo inicial das manifestações foi o aumento da tarifa de ônibus (de R$ 3 para R$ 3,20), mas mesmo o governo declinando o reajuste, novas angústias com as condições políticas e sociais continuaram tomando as ruas de diversas cidades. Desde o impeachment de Fernando Collor, em 1992, não acontecia uma movimentação tão expressiva.


FHC palestrou no CONARH 2013
Fernando Henrique afirmou “Esse é um momento muito especial, estamos vendo o renascimento da pessoa amorfa, diferente do que vivíamos, essas manifestações partiram da população e não de partidos políticos ou associações”.

Para ele, esse foi o movimento dos inconformados e não, necessariamente, dos mais necessitados. Sendo um reflexo de um desconforto geral da sociedade com a vida cotidiana, vivemos em um país emergente, o transporte coletivo é precário e o crime afeta a todos, independente da classe social. 


Essa grande transformação na sociedade tem como base a evolução tecnológica, pois permite uma conectividade entre pessoas que não se conhecem, a troca de informação para que assim elas possam se organizar por uma motivação coletiva. Para Fernando Henrique, as reivindicações das últimas manifestações refletem ainda a perda de prestígio do governo e a insatisfação com o sistema político “No mundo moderno você precisa fazer para legitimar o poder concedido por meio da democracia. É necessário criar novos mecanismos para conectar o povo com o congresso”, comentou.

Há ainda um novo movimento na sociedade contemporânea para ele: a cobrança pela qualidade das relações humanas. Se olharmos os dados vemos que temos escolas e atendimento gratuito de saúde pelo SUS, mas a qualidade é questionável. Isso também acontece com a afirmação do cenário atual de pleno emprego, pois a expansão é apenas numérica já que grande maioria dos trabalhos oferecem em média dois salários mínimos como remuneração.

O sociólogo afirmou que o Brasil precisa refazer o rumo, para isso é necessário pulso firme e brincou “Não é uma tarefa fácil, mas necessária, fico feliz em estar aposentado”. No final de sua palestra quando questionado se afinal o gigante havia acordado ele disse rindo “Eu acho que o gigante já está andando, mas às vezes ele tira uma soneca”. 

Como isso impacta as empresas

Na sociedade contemporânea, as pessoas passaram a exigir mais pela qualidade, isso também vai acontecer cada vez mais nas organizações, os colaboradores vão querer mais e melhor. Esse sentimento hoje muito constante do “quero mais” é o ponto de partida para o progresso e para as pessoas quererem participar da deliberação.

O grande desafio para as organizações é perceber o novo e entender que cada um quer participar, é papel fundamental do RH ajudar nessa reorganização. O futuro, para Fernando Henrique, são as empresas deixando o modelo vertical de gestão para o horizontal, as pessoas precisarão convencer aos outros.

O líder que não se abre e que não consegue ouvir não tem mais espaço, pois lideres precisam ter a humildade para servir. E alerta: ouvir é o mais difícil, normalmente quanto mais alto se está, menos se ouve. 


Respondendo ainda uma pergunta sobre como administrar a expectativa das pessoas, Fernando Henrique diz que a faculdade mais importante é a imaginação, se você não deixar que as pessoas imaginem, não terá inovação e você não sairá do lugar. 

CONARH 2013: “O RH precisa ser divertido” diz Brian Welle do Google

Brian Welle é People Analytics Manager do Google desde 2006, em sua palestra comentou sobre o posicionamento analítico do RH da empresa. O objetivo é ser cientistas da área, aproveitando as informações para entender o comportamento das pessoas.

Welle ainda contou sobre o desafio de contratar talentos com a grande expansão do Google e como a visão “People Analytics” ajudou nesse processo. Ele disse que o RH é o guardião da missão da empresa e mostrou algumas ações adotadas para isso. Um exemplo clássico é o apelido dos funcionários, todos são chamados de “googlers”.

Outro ponto apontado pelo executivo foi a iniciativa de dar mais voz as pessoas para que elas possam expressar o que sentem. Eles perceberam que haviam muitas pessoas descontentes com seus gestores, então foi feita uma ação chamada “Projeto oxigênio” em que os colaboradores avaliavam seus gestores. Aqueles que recebiam uma avaliação ruim eram acompanhados durante um tempo e com isso notaram grande mudança nos resultados.

Um dos principais diferenciais da empresa é investir em bem-estar dos seus funcionários, é oferecido café da manhã, almoço e jantar para todos, além disso, segundo Welle, as cozinhas ficam sempre repletas de comida. Para incentivar uma boa alimentação e hábitos mais saudáveis, são feitas iniciativas baseada no comportamento das pessoas. Para ele, é fundamental que o RH entenda como as pessoas funcionam.

O executivo ressaltou que sua equipe de RH é analítica, adora pesquisas, planilhas e números. O maior investimento da área é para Recrutamento e Seleção. No final da palestra deixou o seguinte recado “O RH precisa ser divertido”.

Brian Welle é People Analytics Manager do Google

CONARH 2013: Se essa empresa fosse minha – as inquietudes do RH

Cícero penha falou sobre as angústias do RH

Cícero Penha
Vice-presidente de Talentos Humanos do Grupo Algar apresentou, de forma descontraída, as principais angústias que tiram o sono de qualquer profissional de RH. Ele falou sobre a eterna dúvida: estratégico ou operacional? Para ele, é necessário o equilíbrio das duas coisas.

A área de Talentos Humanos precisa ser contributiva para ser respeitada, é preciso estar perto do CEO para ganhar força e mesmo como RH é possível gerar valor para a marca. A dica de Penha é que a estratégia comece por você, para isso é necessário estar preparado para a função, saber construir aliados, ser parceiro das lideranças para ter um diálogo aberto, fazer o óbvio bem feito e saber agir como educador.

Ele brinca que para trabalhar com RH é necessário ser apaixonado pelo que faz, pois, para ele, é uma profissão pastoral. Ressalta ainda que é dever da área assegurar um bom clima organizacional e não permitir a destruição de valor do capital Humano. Como exemplo ele usou o gestor que demite alguém porque está nervoso, sem justificativas fortes.

Talento custo ou investimento? O Brasil tem uma média de 38% de universitários que são analfabetos funcionais. É necessário investir na educação para Penha, assim como também é preciso entender que os ganhos são, em grande maioria, intangíveis, a educação se mede por percepção, ressaltou ele.

Outros pontos discutidos em sua palestra é o corte de gastos frequentes, como fazer mais com menos? Só é possível melhorando a produtividade para isso é preciso estar atendo aos processos inadequados que tomam tempo desnecessário, a incompetência de alguns e o desvio de atenção no trabalho. Penha brinca do “demônio” que se tornou as redes sociais, mas acredita que o ideal não é proibir o uso, mas orientar.

O choque de gerações é inevitável, sendo que tanto o novo como o velho tem suas contribuições para o negócio. Ele comentou da dificuldade de se contratar talentos e apontou esse problema como socioeconômico e demográfico.

No Grupo Algar algumas medidas tomadas para trabalhar a retenção de colaboradores foi dar mais autonomia com responsabilidade, todos os processos com transparência, decisão por consenso, investimento em educação com uma universidade corporativa, recrutamento interno, entre outros. Para finalizar, Cícero Penha fala que, para ele, falta um bom feedback nas empresas e conversa educativa.



CONARH 2013: Um novo repertório para os profissionais de RH



Você, profissional de RH, pensa em seguir diferentes caminhos em sua carreira profissional no futuro? Tem investido nas habilidades necessárias para isso? Miguel Caldas, diretor de RH da Biosev, falou em sua palestra sobre um novo repertório para os profissionais de RH.

Ter um novo repertório para ele hoje é importante, já que as opções de carreira estão se ampliando. O RH diminuiu porque temos bastante terceirização e mão de obra especializada fora da empresa cria novas oportunidades. Conhecimentos em campos paralelos, mesmo que seja futuramente para exercer uma função em outra área, pode agregar em seu trabalho atual.

Caldas comentou que os profissionais de RH devem procurar ir além da formação tradicional (Administração ou Psicologia). Ele brincou com a figura de um peixe que pula de seu aquário de origem para um novo. As experiências que você adquiriu no primeiro aquário podem ser um importante diferencial na sua carreira no segundo aquário.

Durante a palestra, foi feita uma enquete e 80% dos participantes querem ter uma carreira diferente da atual no RH. O principal motivo apontado é que 39% quer ter uma melhor qualidade de vida e 18% procuram oportunidades fora da função atual.

A dica do diretor para quem quer fazer essa mudança de aquário é investir no autoconhecimento, desenhar a estratégia e o que você precisa para chegar lá, por último a implantação.


Miguel Caldas fala sobre novas possibilidades na carreira de RH 


CONARH 2013: A forma de gestão atual não atende mais, é preciso reinventar


A 39ª edição do CONARH, um dos maiores eventos sobre Gestão de Pessoas da América Latina, fez um convite a reflexão do modelo atual de gestão praticado nas organizações e como ele já não atende mais as necessidades dos colaboradores e das novas gerações que buscam mais diálogo e inovação. O evento aconteceu entre os dias 19 e 22 de agosto, em São Paulo.

Estamos em um momento de fortes mudanças no cenário mundial, grandes países estão se reinventando e a proposta do evento foi mostrar como essa ruptura também é necessária nas estruturas das empresas. Um dos caminhos para essa transformação é considerar a proximidade e a coletividade para fazer melhor.

O RH precisa acreditar na parceria com as pessoas e no desenvolvimento delas. Meritocracia é importante. Leyla Nascimento, Presidente da ABRH-Nacional, deixou a seguinte pergunta para os participantes na abertura do evento “Por que não?”.

Abertura do CONARH 2013 fala sobre a necessidade de ruptura


22 de ago de 2013

Conheça as dez empresas que melhor se relacionaram com seus candidatos em julho

Falta de feedback por parte das empresas. Essa é a principal queixa observada pelo site VAGAS.com.br em pesquisas e fóruns com profissionais. Por isso, em 2010 a  VAGAS  criou o VAGAS 10+ Qualidade de Relacionamento com Candidatos. O objetivo do prêmio é municiar as empresas com dados relevantes sobre a percepção dos candidatos em relação aos seus processos seletivos.

O levantamento é feito por meio de uma avaliação em que os próprios candidatos preenchem no site. A avaliação é individual, sigilosa e aborda dois aspectos: a qualidade do anúncio da vaga (clareza na descrição do cargo e dos requisitos) e a qualidade do atendimento da empresa (informações sobre o andamento do processo).

Abaixo estão as 10+ empresas de julho de 2013.


A divulgação dos vencedores é feita no site oficial do prêmio HTTP://10mais.vagas.com.br e em todos os canais de relacionamento com candidatos e empresas da VAGAS. Mais informações sobre o prêmio estão disponíveis também no site.

14 de ago de 2013

Não perca a palestra da VAGAS no CONARH 2013


Na próxima semana, dia 19, começa o CONARH, um dos eventos mais esperados pelo público de RH. Esse ano, a proposta de tema central é “Reinventar a Gestão: uma construção coletiva”. Por isso, não perca a palestra do CEO da VAGAS, Mário Kaphan, sobre o modelo de gestão horizontal praticado pela empresa como diferencial competitivo.

Ele falará sobre os desafios e benefícios na construção e implementação de um modelo de gestão sem níveis hierárquicos. As equipes praticam a autogestão, ou seja, são responsáveis por contratar, desenvolver e até demitir novos colaboradores. Você vai conhecer também como é feito o planejamento estratégico nessa estrutura ainda peculiar no Brasil.

Marque na sua agenda, até lá!

Dia 19/08 às 12h – Auditório A

Palestra: Modelo horizontal de gestão como diferencial competitivo da VAGAS
por Mário Kaphan